Resident Evil – Biohazard vol. 1 e 2

Escrito por Miaka J. S. Freitas - quarta-feira, julho 10, 2013

Antes que me julguem, essa resenha era uma das preparadas para Junho. Trarei algumas antigas e as novas, até atualizar totalmente o blog para as atividades normais.

Mais uma dose dupla aqui no blog.
Comprei o volume 2 em Abril desse ano e até então não o tinha lido, pois não havia visto o volume 1 em lugar algum. Ainda bem que um colega da faculdade também é viciado em mangá e tem, em sua coleção, o volume 1. Ele me emprestou e agora estou aqui resenhando ambos os volumes.
Já sabem que eu adoro zumbis (na verdade adoro todas as criaturas sobrenaturais, menos as fadas os vampiros que brilham no sol). Já havia resenhado sobre a light novel de ResidentEvil, lançada pela NewPOP (esperoansiosamente que eles lancem outros títulos do gênero) em outra postagem. Agora é um mangá, ainda em publicação (pelo jeito é bem recente até mesmo no Japão, pois a periodicidade no site da Panini é Anual). É por essas e outras que faz falta uma loja especializada em São Luis.
Chega das lamentações e das desculpas, eu li os dois volumes e agora é hora de dar meu veredito. Gostei do titulo, está aprovado e na minha lista de acompanhamento “mensal” nas bancas.
O 1º volume explica o inicio (isso é bem obvio, mas tem que frisar, tem livros e mangás que começa lá no meio da história e nunca explica nada) de como os personagens principais vão parar no lugar que está sofrendo o ataque bioterrorista, que neste mangá é uma escola asiática e isolada do mundo exterior. Nossos protagonistas são o bacteriologista Doug Wright e seu sobrinho Ricky Tozawa, que o acompanha a pedido do próprio tio para que conte como pontos na disciplina que Ricky está quase reprovado. O colégio Marhawa é isolado do mundo exterior e nenhum contato com este é conseguido. Sua diretora é a Madre Garcia e essa impede todas as tentativas de noticiarem os acontecimentos às autoridades.
Doug e Ricky são chamados pela Madre para uma investigação a cerca de um ataque isolado em uma garota, que havia desaparecido e sido encontrada transformada na criatura que popularmente é conhecida como zumbi. O caso é considerado pelo Doug como o mesmo acontecido em Raccon City. Querendo chamar a equipe da B.S.A.A. foi impedido pela Madre. Continuaram as investigações.
Não quero mais dá detalhes da história, mesmo tendo que soltar um pouco já, mas é preciso para tal situação ser detalhada. Garcia, a diretora, é realmente obcecada pela perfeição de sua escola, considerada um santuário, para tanto não chama as autoridades nem alarma a própria B.S.A.A. que cuidou do caso de Raccon City e a Umbrella. Apesar de todos os sintomas dos alunos contaminados indicarem a presença do T-Vírus, as pessoas mordidas pelos zumbis não eram afetados pelos vírus, algo que até mesmo o consultor e bacteriologista Doug não conseguia explicar.
O primeiro volume é um pouco de história e enrolação, mas essencial para entender a bagunça instalada no começo do segundo volume. “A porca torce o rabo” no segundo volume, quando, depois de Madre Garcia queimar as garotas infectadas, proibir a saída do Dr. e seu sobrinho e evitar a contratação com a equipe da B.S.A.A., o grupo é destinado ao subsolo da escola onde se encontra mais infectados que devem ser eliminados.
Ricky, odiando as decisões tomadas pela Madre, ganha uma aliada na escola. É a aluna e presidente do conselho estudantil chamada Bindi Bergara, que quer, a todo custo, derrubar essa “proteção” estabelecida pela Madre. Mas isso está longe de ser fácil. Enquanto isso, a orda de zumbis ficam cada vez maiores.
Creio que todos já são bem familiarizados com o universo de Resident Evil, então sabemos que a equipe B.S.A.A. como um bom herói americano aparecerá em breve. Pela ação e mistério, pois os zumbis não infectam quando mordem as pessoas, é bom reservarem um tempo para procurarem as edições de Resident Evil: Biohazard.
PS: Atualmente se encontra a edição numero 3 nas bancas.
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